O artigo estuda o surto consciencial, fenômeno de ruptura intensa
e transitória da homeostase holossomática, abordado sob a ótica da
Homeostaticologia e do Paradigma Consciencial. Define características
como intensidade, agudeza, disrupção e imprevisibilidade, e analisa os
fatores de instabilidade holossomática. São propostas diretrizes práticas
para o atendimento consciencioterápico durante surtos, com ênfase na
parassegurança, acolhimento e atuação em conjunto com amparadores.
O texto explora ainda a Parafisiopatologia do surto, seus efeitos e possíveis
prognósticos evolutivos. Visa instrumentalizar o consciencioterapeuta
para qualificar a assistência em momentos críticos, favorecendo
a reorganização holossomática do evoluciente e a redução das vulnerabilidades
conscienciais pós-crise.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade, Ivo Valente, Luiz Ferreira Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
Durante os cursos promovidos pelas instituições conscienciocêntricas que são normalmente ministrados, em caráter de imersão ou não, faculta-se à conscin o exercício ou não da prática da tenepes nos dias de realização da atividade. A alegação é que nestes cursos o trabalho bioenergético é intenso, e mesmo que a conscin esteja alojada em local compatível com a prática da Tenepes, devido a essa situação peculiar, ela
estaria dispensada de tal atividade. Através do pensamento lógico e da racionalidade é fácil aceitar tal argumentação, mas tinha dúvida em relação a isso. Não questionava o trabalho energético existente, e sim a validade da substituição ocasional da tenepes por ele.